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Laje de isopor: Modelo de laje pré-fabricado, e também conhecido como EPS (sigla de Poliestireno Expandido), é considerado a opção mais ecológica, já que não degrada a natureza, não emite CFC e é reciclável. Como vantagem, o isopor torna o forro mais leve e serve como controlador térmico. Além disso, por ser um material mais leve, facilita a montagem, o transporte, a colocação e o processo de concretagem. A laje de isopor também facilita as instalações elétricas e tubulações, tem mais resistência à quebra e ajuda na economia de concreto e aço. No entanto, na laje de isopor não é possível fazer furos na parte inferior. Assim, é preciso que o pedreiro utilize uma cola especial para que o acabamento (chapisco ou gesso) tenha aderência ao material. Lajota de cerâmica: Pré-fabricada, a lajota de cerâmica, além de ser mais em conta, pode ser rebocada, propaga menos o som e mantém a temperatura agradável. O modelo também facilita a colocação de canos de água e esgoto. No entanto, é um material mais frágil, que muitas vezes acaba se quebrando no transporte ou na concretagem. Por isso, se optar por esse tipo, vale comprar algumas peças extras para não ter problema de falta de material. Painel treliçado: Pré-fabricado, é feito de painéis de concreto posicionados lado a lado durante a montagem. De fácil transporte, sua colocação dispensa encaixes e acabamento na parte inferior, já que costuma ter uma aparência bonita visualmente. Porém, o modelo pode pesar mais no bolso: o painel treliçado pode custar até 30% mais que os demais tipos de laje pré-fabricada. Laje maciça: É construída na obra – resumidamente, o pedreiro confecciona uma forma de madeira, monta a ferragem dentro da forma e depois a preenche com concreto. Nesses casos, o pedreiro deve ter bastante atenção com a concretagem da laje e usar ferramentas adequadas para garantir que a resistência seja suficiente para suportar o peso. Geralmente utilizada em vãos e projetos menores, a laje maciça tem como vantagem ser menos suscetível a fissuras e trincas e por ter um acabamento mais liso. Pode ser de vários tipos: simples, cogumelo ou nervurada. Por outro lado, a laje maciça demanda um gasto maior com madeiras para a base e o escoramento, é mais pesada e requer mão-de-obra especializada e de confiança, já que é totalmente moldada na obra.
São incorporados em pequenas quantidades, normalmente dosados em relação à massa de cimento utilizada. Ou seja, quanto mais cimento, mais aditivo é necessário. Mesmo em pequenas quantidades, alteram o comportamento do concreto, mas não são capazes de "salvar" uma mistura mal feita. Apenas ampliam o potencial de utilização de um concreto bem-dosado. Seu controle deve ser rigoroso tanto devido ao custo quanto pelo fato de que pequenos erros na dosagem podem provocar grandes alterações no material. Outro aspecto importante é a garantia da homogeneização do aditivo na mistura para atingir a eficiência desejada. A mistura pode ser feita manualmente, em betoneiras estacionárias ou em centrais de concreto.
Os profissionais nessa área são engenheiro, mestre de obra, pedreiro, carpinteiro, ajudante (servente) de obras, serralheiro, eletricista, entre outros.