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Basicamente, os aditivos são os mesmos que os do concreto. No entanto, para argamassas, que não são estruturais e, por isso, têm outras demandas de desempenho, são mais comuns os aditivos modificadores reológicos e os incorporadores de ar. O incorporador de ar diminui o nível de tensões geradas por variação térmica do revestimento. Isso significa que, com o aditivo, o revestimento em argamassa se torna mais resistente às variações de temperatura e, mesmo exposto ao sol e à chuva, não solta da parede com facilidade. Outro ganho possível é a economia de material, pois a argamassa ganha volume devido ao ar incorporado. Além disso, a consistência muda e fica mais fácil aplicar a argamassa, inclusive com equipamentos de projeção, que agilizam o trabalho. É claro que aditivo em excesso pode comprometer a aderência, pois muito ar entre o revestimento e a parede facilita o desprendimento.
Dispositivos de Proteção contra Surtos protegem os equipamentos contra queimas causadas por raios. Dispositivos de proteção contra surtos (DPS) são equipamentos desenvolvidos com o objetivo de detectar sobretensões transitórias na rede elétrica e desviar as correntes de surto.
São incorporados em pequenas quantidades, normalmente dosados em relação à massa de cimento utilizada. Ou seja, quanto mais cimento, mais aditivo é necessário. Mesmo em pequenas quantidades, alteram o comportamento do concreto, mas não são capazes de "salvar" uma mistura mal feita. Apenas ampliam o potencial de utilização de um concreto bem-dosado. Seu controle deve ser rigoroso tanto devido ao custo quanto pelo fato de que pequenos erros na dosagem podem provocar grandes alterações no material. Outro aspecto importante é a garantia da homogeneização do aditivo na mistura para atingir a eficiência desejada. A mistura pode ser feita manualmente, em betoneiras estacionárias ou em centrais de concreto.